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| Disponível em: http://educacao-e-tecnologias.blogspot.com.br/2010/05/o-que-entender-por-comunidades-virtuais.html |
Durante o desenvolvimento da disciplina de Metodologia da Educação a Distância I, no Curso de Pedagogia - modalidade EaD da Universidade do Estado de Santa Catarina, estudamos sobre diferentes conceitos que permeiam a Educação a Distância (EaD), sua história e evolução ligada às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), as leis que a regulamentam no Brasil, a sua expansão através da Universidade Aberta do Brasil (UAB), mas principalmente sobre os modelos pedagógicos aplicados nos processos de ensino e aprendizagem em ambientes virtuais e a importância das Comunidades Virtuais de Aprendizagem, onde a conectividade entre professores e estudantes proporciona uma "aprendizagem horizontal", resultado de um "trabalho colaborativo e dialógico". (SCHENKEL, 2013).
Em
seu artigo Comunidades virtuais de aprendizagem: traços, perspectivas de estudo
e desafios ás instituições educativas, Fernando Albuquerque Costa (2012, p. 61)
nos coloca sua opinião dizendo que "as tecnologias baseadas na internet
podem" promover uma remodelagem na forma como os estudantes refletem sobre
as informações que tem acesso e elaboram novos conhecimentos, Isso tem sido
alvo de estudos específicos. O autor foca em sua pesquisa a importância do
social na aprendizagem e traz os conceitos de Presença Social, Presença
Cognitiva e Presença do Professor como propriedades intrínsecas para uma
aprendizagem significativa em ambientes virtuais de aprendizagem e acentua que
as comunidades virtuais de aprendizagem tornaram-se ambientes proporcionadores
para essa ação.
O
autor também nos alerta para as dificuldades que a escola possui para acolher
estas novas formas de aprendizagem, pautando-se ainda num modelo presencial e
tradicional que foca no ensino e não na aprendizagem.
Sobre isso Sartori e Roesler (2014, p. 07) pontuam que a comunidade virtual de aprendizagem “como forma de promover educação, cultura e comunicação, oportuniza a socialidade, visto que os aprendizes se encontram apoiados por uma lógica de compartilhamento tanto de paixões e sentimentos quanto de projetos de vida.” Nesse sentido, colaboram para a formação social e cognitiva de um cidadão que se tornará mais autônomo, crítico e criativo, exercendo sua cidadania, desenvolvendo-se cultural e socialmente, construindo novos saberes adquiridos na convivência das comunidades virtuais de aprendizagem.
Referências
COSTA, F. A..
Comunidades virtuais de aprendizagem: traços, perspectivas de estudo e desafios
às mudanças educativas. In.: Revista
Perspectiva. Florianópolis, v. 30, n. 1, 59-75, jan/abr, 2012.
MUSSOI, E. M.; FLORES, M. L. P.; BEHAR, P. A.. Comunidades Virtuais - um novo espaço de aprendizagem.
Disponível em: <http://www.cinted.ufrgs.br/ciclo9/artigos/ 8aEunice.pdf>.
Acesso em 11/09/2014.
SARTORI, A. S.;
ROESLER, J.. Comunidades
Virtuais de Aprendizagem: espaços de desenvolvimento de socialidades,
comunicação e cultura. Disponível em: <http://
www.pucsp.br/tead/n1a/artigos%20pdf/artigo1.pdf>. Acesso em: 11/09/2014.
SCHENKEL, M. H.
B.. Metodologia da educação a
distância I: caderno pedagógico. 1 ed.. Florianópolis: DIOESC/UDESC/CEAD,
2013.
Trabalho Final para a disciplina de Metodologia da Educação a Distância
Autoria: Cátia Weber, Ivanete Nardi Efe e Kátia Alexandre.






